O SORVETE MISSIONÁRIO




O Sorvete Missionário

Tudo aconteceu de um momento para outro.Áurea, uma menina de cabelos ruivos e nariz cheios de sardas,assistia
em companhia de seus coleguinhas,a projeção de slides coloridas na casa de Dona.Helena.
A Sala estava meio escura,e os slides eram projetados numa tela grande,enquanto a missionaria is explicando o que
significa cada um deles.
As crianças viram os africanos,bem como,os macacos,elefantes.Viram uma aldeia de casas feitas de palha.Um dos
slides mostravam cena onde podia-se ver os africanos cultuando demonios.Viram tambem crianças correndo com medo
dos estrangeiros,escondendo-se dos missionarios que queriam falar-lhes do senhor jesus.
Á medida que os slides iam passando,Aurinha ia se sentindo que algo nela tambem ia se transformando.Não era a sua
aparência, disso ela tinha certeza;a transformação era bem dentro,no seu coração.
Áurea inquietou-se .Álguem teria me chamado o seu nome?Olhou em volta,mas todos continuavam com os rostos voltados
para a tela.A voz vinha de dentro do seu coração!Mas mesmo assim ,era real.
Áurea ,você Me pertence.Eu escolhi para ser minha mensageira,para contar aos outros como poderão ir para o Céu.Áurea sentiu seu coração batendo apressado.Daí em diante ,ela quase não ouviu mais a mensagem missionaria.Após ter cantado o corinho de despedida ,saiu correndo em companhia das outras crianças

Cartaz 2

De volta para a casa,Áurea percebeu que alguem caminhava a sua frente.
Podia notar muito bem as sandalias arrebentadas que faziam "pift,poft.pift,poft"na calçada.Via tambem grandes buracos nas meias.
A saia era roxa e estava suja a blusa,vermelha desboatada.Áurea sabia que a menina que seguia á sua frente era Lídia ;mas nem ligou para o fato.Ela se sentia emocionada,feliz demais
Alô Aurinha!
O coração de Áurea pulou de alegria .Conhceu a voz de jaime.
-Sabe,Jaime! -exclamou Aurea -Vou ser missionaria.
-É? -Jaime continuouandando,com as mãos no bolso
-Você não acha isso uma coisa marvilhosa?-perguntou Aurea,desapontada.
-È ...esta bom
Aurea parou,olhando o amiguinho.
-Você não parece muito entusiasmado.
-Bem -ele resmungou -Quando você vai começar?
Por acaso,ou não ,Jaime falou na direção á Avenida Boa Vista,onde Lídia caminhava agora,sozinha,como sempre.
Aurea ergueu a cabeça de maneira altiva.Ela não gostava de Lídia,que geralmente trajava-se de roupas velhas e quase sempre
estava com o pescoço sujo.Seu cabelo era mal cortado e parecia pegajoso,melado.Niguem em toda a escola queria fazer amizade com ela.
-Jesus deve amar Lídia tambem,você não acha?-observou Jaime.
Depois do jantar,naquela mesma noite,Aurinha não conseguia fazer seus deveres escolares .Ficou pensando nos ultimos
acontecimentos.Era verdade que Deus a havia chamado para ser Sua mensageira,e esta lhe fora bem clara.SERA QUE DEUS
ESTA QUERENDO QUE EU COMECE COM LÍDIA?Áurea jogou seus livros para o lado.

Cartaz 3

Puxou da gaveta um cofre onde guardava o seu dinheirinho e começou a tirar alguns cruzados.
-Para doces?-mamae perguntou .
-Sorvete Missionario!
Levando o dinheirinho,Aurea se dirigiu á casa de lídia,que ficava, em uma rua pobre;a casa estava quase desmontando.Foi Lídia
mesma quem atendeu a porta.
-Que quer?
-Aurea ficou meio sem jeito.
-Vim....isto é....você quer passear comigo?-guarguejou ela.-Querendo ser sua amiga.Tenho dinheiro para ..para sorvete.
As palavras saiam com dificuldades.Estendeu a mão ,umida pelo nervosismo,mostrando dinheiro.
Lídia fez um ar de indiferença,mas acompanhou Aurea ate o bar.O vendedor era um Italiano sorridente que,ao servi-las,enfiou a
concha no fundo da lata de sorvete de morango.Lidia ,ao receber seu sorvete agarrou com força ..


Cartaz 4

Vamos sentar Lidia sugeriu, e ambas sentaram á beira da calçada de Lidia.
Havia crianças brincando e gritando no meio da rua:Lidia não lhes prestava a mínina atençao.Chupou o
srvete ,mastigou a casquinha também e lambeu os deds,sem perder de vista o sorvete de Aurea.Esta,
adivinhando o seu desejo,estendeu a mão oferecendo -o.
Aceita?Estou satisfeita.
Lidia o aceitou e acabou com ele num instante.
Este deve ser o momento para eu começar a falar de Jesus.Aurea pensou.E foi com o cração aos
pulos que ela comçou a contar que Deus ama a todos.
Mentira!Lidia gritou..
Aurea a olhou de boca aberta.
Pode ser que Deus amo os outros disse Lidia,aborrecida,mas não a mim.Ja sei que ninguem me ama.
Voce esta querendo me salvar,como se fosse um pagão da africa.Foi por isso que pagou um sorvete pra mim.
Mas fique sabendo que eu não sou pagã.Ainda mais furiosa,acrescentou:É voce não prescisa mais enfiar a sua cara
saradenta nesta vizinhança.
Cara Sardenta!-Aurea ficou furiosa ao ouvir isso.Olhou ,desdenhosa,para o rosto sujo de Lidia.Sacudiu as tranças
para tras.levantou -se e foi embora.
Talvez houvesse lagrimas em seus olhos,pois não pdia enxergar bem o caminho e, por isso mesmo,acabou chocando-se
com alguem na esquina.Era dona Helena,a missionaria.

Cartaz 5

Aurea prescisava contar a alguem .Seus labios tremiam ,sua voz estava meio roca.Mesmo assim,contou a dna Helena
como Deus falara ao seu coração.Disse-lhe ainda sobre o sorvete missionario e sobre Lidia.Dna Helana apertou a mão de
Aurea enquanto caminhavam juntas pela rua.
Certa vez ,na africa,disse Dna Helena alguem pôs uma pedra suja em minha mão.Eu nunca poderia imaginar que aquilo
fosse um diamante,valendo milhoes de cruzados.So prescisava ser limpo e polido.Voce ja imaginou que lidia poderia ser
um diamante a Deus?
Lidia um diamante??Aurea riu um pouco,mas se sentiu consolada.Ela realmente ama a Jesus e imaginou como serise pudesse ganhar um "diamente"para Ele!
No dia seguinte,Aurea encontrou lidia na escola,tão mal vestida como sempre sozinha.
Aurea sorriu ao cumprimenta-la,mas lidia nem sequer olhou para ela
Foi nesse dia que as crianças da escola começaram a ensaiar o desfile.Quando o sino tocou ,todos sairam das salas de aula.Enquanto a banda se preparava,as crianças começaram a formar fila para marchar,de duas em duas.
O dia esta otimo para marchar! cochichou Sarinha,que fazia par com Aurea.
Inspeionando a fila, o diretor parou de repente ,em frente a alguem perguntando:
Quem vai marchar com você?
Era lidia ,que estava sozinha,fitava o chão.Suas mãos estavam tremulas.Em rapida olhadeira,Aurea notou que Aninha ainda estava
sem par.Era a unica ,alem de lidia,que ainda estava sem companhia,mas estava ali de cabeça erguida e dirigiu a lidia olhores de
pouco caso
-Aninha-Aurea sussurou,fazendo tambem um sinal para que ela tomasse seu lugar.Entao Aurea passou adiante e pos ao lado de lidia.


Cartaz 6

O sangue subiu ao rosto sujo de lidia.Aurea sorriu para ela,pegando-lhe a mão e apertando-a bem.
-Ei Aurinha-chamou o tio eduardo á noitinha-Alguem esta ai fora querendo falar com voce.
Aurea desceu correndo a escada aos pulos,correu pela sala e olhou pelo vidro da janela.Não conseguia
ver ninguem.Entao ,uma cabecinha apontou por cima do outro portão,mas logo sumiu.Aurea saiu correndo,mas quando
chegou ao portão ,Lidia tambem ja ia correndo rua acima.
Lidia espere!-gritou Aurinha.
Lidia parou.Voltou devagarinho
Grossas lagrimas caiam-lhes pelas faces.
-O que ha? perguntou Aurea-Não va embora
Lidia agitava seus pes indecisa.Seus dedos retorciam -se na saia roxa
Por que vc fez aquilo?-guraguejou ela
Aurea não perguntou o que a menina queria dizer;tinha entendido.
Por que gosto de você.
Lidia chutou uma pedrinha.
Você acha..acha..acha..que Deus me ama de verdade?
Ali mesmo,Aurea contou o quanto DEUS a amava,como Ele deu seu filho Jesus,para salva-la.
Explicou como Jesus morreu na cruz do calvario em seu lugar,para tomar castigo que ela
merecia,como pecadora.Depois de explicar tudo isso,Aurea perguntou:
Você quer abrir seu coração e convidar Jesus entrar para ser seu Salvador?
Sim ..foi a resposta de Lidia.
E,foi desta maneira que Aurea,com um sorvete missionario,ganhou um "diamante" para Jesus e
tornou-se verdadeira missionaria

O que é que Deus esta desejando de voce hje? Deus quer que você ame aos outras crianças,ricas e pobres,
limpas e sujinhas.
Talvez voce possa oferecer uma doce,um sorvete,ou mesmo aqueles sapatinhos que não lhe cabem mais.Porém,se não puder dar alguma coisa que custe dinheiro,mesmo bem pouquinho,ofereça um sorriso,dê a sua amizade.
Há muitas crianças tristes,sozinhas e necessitadas.Tente ainda falar de Cristo para elas,Pois elas também são"diamantes",
joias preciosas,por quem o Senhor Jesus morreu.E você será,como Aurinha,um missionario de verdade.!

TÉCNICA DE COMO CONTAR HISTÓRIAS...

Passe segurança! Não se desculpe ao começar, nem em palavras nem com uma expressão corporal encurvada. Conte em suas próprias palavras. Deixe a imaginação funcionar - isto é o que cria mágica e não malabarismos da memória. Se der branco, continue. Não faça caretas, chingue nem desculpe-se. Continue descrevendo detalhes de cores, locais.. isto estimula a imaginação e ajuda a memória. Ou então faça uma pausa, olhando todos nos olhos, como para levantar suspense (não olhe para o chão). Improvise!

Mantenha as histórias até 10 minutos de extensão. Ensaie e cronometre.

A introdução é crucial. "Você vai ganhar ou perder nos 3 primeiros minutos dependendo de como você começa".Você tem que criar sua "audiência no grupo de crianças, cada uma com seus próprios pensamentos e focos de atenção, antes que você possa começar a contar uma história para elas. Deve haver, na introdução, o indício de que coisas excitantes irão acontecer, incitando a curiosidade, unindo as crianças em antecipação. Não dê tudo na introdução. Sempre mantenha um certo nível de mistério, antecipação e surpresa durante toda a história.

Nós adultos tendemos a subestimar a capacidade das crianças de imaginar e fantasiar, e assim, muitas vezes fazemos muitos esforços para esplicar ou justificar o "cenário" ou explicar tudo com detalhes. Na verdade o que atrai as crianças é a possibilidade de entender os aspectos implausíveis da história depois; o que é ótimo, você tem a atenção delas e elas ficarão pensando no que você disse.

Para contar histórias você precisa de um pouco de habilidade em vendas, sinceridade (não tente fingir alegria, tristeza, etc.. seja verdadeiro!), entusiasmo verdadeiro (não ser barulhento ou articificial), animação (em gestos, voz, expressão facial) e mais importante, ser você mesmo.

Nós queremos que a mensagem chege clara e bem definida. Nosso objetivo é comunicar as verdades da Bíblia de uma maneira pessoal e com uma aplicação clara. Seja qual for a maneira que você conte a história, tenha certeza de ser objetivo! Não assuma que as crianças vão entender. Torne a história o mais real possível. Barret diz para não "contar a história de uma maneira cansada ou mal resumida. Pule dentro da narrativa, com a mesma intensidade que os fatos... escolha UM ponto e conte-o como se fosse a notícia mais interessante do mundo".
Mantenha simples e direto

Uma vez terminada a história, não fique divagando e corrigindo. Deixe os pensamentos das crianças presos no ponto da história, na mensagem central dela.

Quanto mais você praticar, melhores ficarão as suas técnicas. Teste diferentes métodos, seja criativo. Você sempre aprende de suas próprias experiências. Não seja extremamente tímido ou preocupado "com o que os outros irão dizer se..." Não tenha medo de ser um palhaço ou fazer papel de bobo para Cristo e para as crianças. Humildade, amor e oração são elementos importantes para contar histórias, juntamente com criatividade e inovação. As crianças pegam muito mais do que a história de você; elas percebem o seu entusiasmo pessoal com a mensagem. Elas precisam ver que você foi tocado pela Palavra. Prepare o seu coração enquanto prepara a história.

Tenha certeza de colocar algum drama, suspense na história. Deve haver uma situação que dirija ao climax e ao final da história. O conflito pode ser introduzido imediatamente ou aos poucos para aumentar o suspense e a intriga. Tente levar os ouvintes a se preocupar junto com os personagens e se envolver com o que acontece.

O professor deve estudar a lição muito bem. Você precisa saber muita coisa para poder ensinar um poquinho.

Crianças aprendem com seus sentidos. Elas adoram sentir, cheirar, tocar, escutar e ver. Descreva personagens e locais vividamente, ajudando-os a solidarizar-se com os personagens.
Numa audiência mista, tente colocar a história ao nível do mais novo.
Características de uma boa história: Tema único e bem definido / Enredo bem desenvolvido / Estilo: imagens vívidas, sons e ritmo agradáveis / Caracterização / Coerente com a fonte / Apelo dramático / Apropriado / adequado aos ouvinte

DIA DA FAMÍLIA



Olá! Todo mundo sabe da importância que nossos pais, irmãos, avós, tios, primos e outros parentes tem em nossas vidas. Juntos eles formam a nossa família, e hoje é o dia em que se comemora essa importante instituição!

8 de Dezembro

A família é o primeiro grupo a que pertencemos, é a primeira sociedade em que somos incluídos. É a partir dela que adotamos nossos padrões e que formamos nossa identidade. Apesar disso, os modelos de família mudaram bastante ao longo do tempo. Na Idade Média, as famílias eram extensas e as crianças de sete anos já eram tratadas como adultos: as meninas aprendiam os afazeres domésticos e os meninos, algum ofício profissional. A função da família era assegurar a transmissão da vida, dos bens e dos nomes, o que não implicava naturalmente em educação e envolvimento afetivo.

No Brasil, na época da colonização também não era diferente. A família era extensa e os casamentos eram arranjados conforme interesses. O papel de cada membro da família era diferente do que é hoje. O pai, antigamente, tinha três funções: cuidar de sua mulher, governar os criados e cuidar para que os filhos multipliquem os bens conseguidos.

Acredita-se que o cerne da família como conhecemos hoje, tenha nascido a partir do amor romântico cultivado na Europa no século XVIII. Com o fortalecimento da burguesia, a família foi distanciada da sociedade e os padrões de intimidade foram estabelecidos. Aos criados foram reservados cômodos separados e iniciou-se uma maior preocupação com a formação pessoal, moral e espiritual da criança. Uma nova afetividade passou a caracterizar a família moderna. Surge então a família nuclear burguesa.

Apesar de esse ainda ser o padrão atual, podemos perceber algumas mudanças. Nem sempre os homens sustentam a casa, a mulher não ser restringe mais às tarefas domésticas, que agora são partilhadas por muitos homens. Também é comum vermos crianças apenas com o pai ou com a mãe e isso deixou de ser um grande problema, como era visto no começo do século.

MAS VEJAMOS ESSE ASSUNTO PELA VISÃO BÍBLICA

- FAMÍLIA: PROJETO DE DEUS

“...e sois da Família de Deus” – Efésios 2.19



Esse é o tema anual em nossa Igreja. A sociedade conhece uma caricatura de família, onde não há compromisso de palavra, de votos, de respeito, de solidariedade, de companheirismo; a família tem se tornado um grupo de poucas pessoas que moram no mesmo lugar, sem diálogo, sem misericórdia, sem tempo em comum, onde predomina o individualismo - cada qual tem seus interêsses pessoais, seus prazeres, seus amigos. Enfim, são famílias sem amor e sem Deus! Esse não é o modelo divino. O Projeto de Deus está descrito na Bíblia Sagrada. Através dos Pequenos Comentários procuramos abordar, diariamente, alguns aspectos da Família, segundo o coração de Deus. Nas 2ªs. e 3ªs. feiras, destacamos as bênçãos divinas para a família; nas 4ªs. e 5ªs. feiras são levantados problemas que abalam a família; nas 6ªs. feiras são destacadas as promessas de Deus; nos sábados são apresentadas famílias da história bíblica, como exemplo para todos nós; finalmente nos domingos a abordagem é a Igreja como a Grande Família da Fé. Que Deus abençoe nossas famílias! Rev. Carlos Aranha Neto






  • FAMÍLIA: OBRA DE DEUS


– Deus Inicia a Família: Cria o Homem – Gênesis 2.4-7

Iniciamos hoje uma abençoadora e desafiante caminhada através dos conceitos eternos da Sagrada Escritura, sobre a “Igreja de Cristo e a Família Cristã”. Doze sub-temas serão estudados durante 365 dias. Cada comentador, o fará buscando em oração a orientação do Espírito Santo, a fim de que, a exposição proposta, seja enriquecedora e prática àquele que em atitude devocional, busca diariamente alimento para sua alma. A criação do homem se deu de modo assombrosamente maravilhoso (Salmo 139:14). Deus o criou à Sua própria imagem e semelhança, concedendo-lhe atributos especiais, como a nenhuma outra criatura (Gênesis 1:26-28). A capacidade de amar a Deus, em resposta ao amor de Deus, através da livre vontade, bem como o domínio sobre as demais criaturas, eram atributos especiais ainda no Éden. Mesmo depois da queda, amar e dominar continuam a fazer parte da natureza humana. Em absoluto equilíbrio, Deus exigi que o homem ame sua esposa, sua família e sua Igreja. Você, esposa, tem agradecido a Deus por ter-lhe dado seu marido? Prepare um cartão para ele nesta semana, diga-lhe o que você aprecia nele e o quanto é importante para você. Em Jesus Cristo, a condição para amar, nos é restituída (Romanos 5:5). MTT (Rev. Marcos Tadeu Torres)



– Bênção do Amor Eterno de Deus à Família – Jeremias 31.3

João nos ensina que Deus é amor (I João 4.8). Por isso o amor de Deus se espalha por sobre toda sua criação, que abrange tanto a criação da natureza quanto à criação do homem e da mulher. Ao considerar esta obra magnífica, única e exclusiva, Deus achou tudo muito bom (Gênesis 1.31). Assim o amor e a bondade de Deus estão presentes na criação da família. Neste sentido, ao criar homem e mulher, Deus determinou que fôssemos fecundos e nos multiplicássemos (Gênesis 1.28), isto é, nos constituíssemos em família. Após a queda, quando nos elegeu, e nos redimiu e nos constituiu família de Deus adotados em Cristo, o fez em amor (Efésios 1.4-6). Esse amor e essa benignidade são eternos (Jeremias 31.3) e são bênçãos de Deus derramada sobre a família. HLM (Rev. Hugo de Lima e Moura)



– Bênção do Plano Divino para Vida – Gênesis 2.16-20

A família foi designada por Deus como “unidade básica da sociedade, a célula mãe”. Deus é o arquiteto da família e ela é o Seu plano para essa vida. No texto sugerido Deus determina sua formação, organização e funcionamento. Ao instituir a família nosso Pai Celeste teve o propósito de estabelecer um ambiente em que as pessoas pudessem se desenvolver, crescer e amadurecer de modo íntegro e saudável, tendo Deus como ponto central. Cada ser humano tem necessidades que só a família pode preencher. Ela é a força para nossa vida. É no ambiente familiar que se desenvolve características e habilidades como identidade equilibrada, responsabilidade, maturidade física e intelectual, e crescimento espiritual. Família: bênção de Deus para o crescimento e desenvolvimento do homem. CHL (Cíntia Helena Lima)



– Falta de Sobriedade – I Pedro 5.8-11

A prevalência da sobriedade no cultivo da personalidade cristã, não deve surgir eventualmente, mas deve ser constante. A oscilação entre o ser e o não ser, às vezes, emperra nessa última cláusula (o não ser) e a negatividade prevalece, embaraçando tudo, no princípio, no meio e no fim. Os danos conseqüentes se abatem sobre nós. As indagações irrompem em todos os nossos sentimentos e a nossa consciência pergunta com voz angustiada: “Onde foi que eu errei?” Para alguns, a vigilância constante tira dos seus sentimentos o prazer de flutuar, ou seja, de não se preocupar demasiadamente com nada. Vale mais a pena correr o risco de ser abatido sobre o pântano das decepções, submergindo-se no barro totalmente, do que ficar atento o tempo todo. A pergunta que remanesce é: “Quando é que vamos aprender a viver cercados das circunstâncias comuns a este mundo de pecados?” AOB (Rev. Amílcar Ovídio Borba)



– Falta de Visão do Mandato Social – Gênesis 2.21-24

Mandato social é a ordem, dada por Deus, de constituição da primeira família e de perpetuação desse vínculo como aliança, ou seja, compromisso com Deus e compromisso dos membros da família entre si. Esse compromisso é o de fidelidade e o da promoção do bem comum pela família em seu próprio favor. A falta de entendimento de que a família é obra e vontade de Deus tem resultados desastrosos. Os valores do presente século são de materialismo e individualismo. Esses valores invadem a família, ocasionando relacionamentos calcados em egocentrismo que substitui os laços de amor, fidelidade e comunhão. O que ocorre é a predominância de interesses próprios, em lugar dos interesses que promovem a edificação da família em amor a Deus e ao seu mais próximo. O resultado é isolamento, carência afetiva. A lei áurea, do amor a Deus e ao próximo, tem de ser praticada, em primeiro lugar, dentro de casa (Mc 12.28-34). RLM

(Roseli Lima e Moura)



– Promessa de Paternidade – Gênesis 17.4-8,20

A palavra de Deus tem uma força tão grande que quando ela é pronunciada tem peso de uma promessa soleníssima. Nesse sentido, quando Deus disse a Abraão “Quanto a mim, será contigo a minha aliança; serás pai de numerosas nações”, tal palavra de Deus foi cumprida integralmente em Jesus Cristo. Todos aqueles que compartilham da mesma fé abraâmica são herdeiros dessa promessa de Deus a Abraão. Deus, ao prometer a Abraão uma posteridade numerosa, como as estrelas do céu ou como o pó da terra, já afigurava claro, desde o livro de Gênesis, que Abraão seria o patriarca espiritual de todos os crentes, judeus ou gentios igualmente. Creiamos, pois, no Deus que nos vivificou quando estávamos mortos em nossos delitos e pecados e nos chamou para a vida eterna em Cristo Jesus, por meio de quem obtivemos igualmente acesso pela fé. Gloria a Deus por sua tão grandiosa promessa de paternidade! HAC (Presb. Humberto Arantes de Carvalho)



– E a Temperança? – Gênesis 9.20-27

Esta história de Noé mostra como a natureza humana é pecaminosa. Depois de uma experiência tão gloriosa com Deus, Noé erra dessa maneira! Expor o corpo é desmoralizar-se. É incompatível com uma vida na presença de Deus. A Bíblia alerta: Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia (I Coríntios 10.12). A sobriedade precisa ser vigiada, cultivada. A conseqüência do pecado é desastrosa! O pecado de Noé deu ocasião para seu filho caçula pecar, e resultou na maldição. Paulo fala desse pecado que habita em nosso corpo, mas que em Cristo temos vitória (Romanos 7.17-25). Certo homem, toda tarde ao sair do emprego, ia para o bar. Todos os dias chegava bêbado em sua casa, onde a família vivia na miséria, com medo e ódio. Um dia, passando diante de uma Igreja, ouviu um hino. Atraído pela música entrou. Conheceu Jesus e O recebeu em seu coração. Chegou em casa disse para sua esposa e filhos: “Hoje conheci Jesus, agora sou um novo homem”. Ninguém acreditou porque ele estava bêbado. Mas, nunca mais bebeu. Levou sua família para a Igreja. Depois de uma ano, um colega de trabalho vendo que ele se tornara um estudioso da Bíblia, perguntou: “Você acredita que Jesus transformou a água em vinho?”. Ele respondeu: “Jesus transformou a bebida em bens materiais e espirituais para mim e minha família. Como não haveria de crer?” A nossa vitória vem do Senhor Jesus. HM (Miss.Heloísa Martoni)



– Deus Forma a Família: Cria a Mulher – Gênesis 2.18-22

Não é bom que o homem esteja só, esta é a primeira vez que aparece o advérbio “Não” na Bíblia. Deus é quem fala em relação ao homem que havia criado: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea. Que sábia decisão de Deus! Não é bom mesmo. Exceto àqueles para quem o celibato é um dom especial de Deus, nunca é bom que o homem esteja só. A auxiliadora preparada por Deus, não significa “um capacho eficiente” como alguns interpretam. “A palavra auxiliadora implica a inadequação do homem, não a inferioridade da mulher, mesmo porque essa palavra é usada geralmente para Deus”. (BG). A Mulher casada, é uma complementação ao marido e não uma competidora ou uma ameaça. Marido, você tem agradecido a Deus por ter-lhe dado sua esposa? Que tal dar-lhe um cartão, nesta semana, ressaltando suas qualidades e importância para sua vida? MTT (Rev. Marcos Tadeu Torres)



– Bênção da Alegria pela Presença do Senhor – Salmo 16.9-11

A alegria é fruto do Espírito (Gálatas 5.22) e imperativo da vida cristã (Filipenses 4.4). Essa alegria não decorre de fatores externos tais como o conforto material dado pela aquisição de bens e serviços. Também não depende de fatores internos, ocasionados da vivência de emoções agradáveis. Mas vem unicamente de Deus, cuja alegria é nossa força (Neemias 8.10) e que nos ungiu com “Óleo de Alegria” (Salmo 45.7). Assim, a alegria do crente e da família cristã flui da presença do Senhor onde este fruto espiritual é pleno, e onde as delícias são perpétuas (Salmo 16.11). Dessa forma , o fato de nos congregar em família de sangue e da fé, diante de nosso Senhor e Salvador deve, por si só, ser motivo bastante para nos alegrar nEle. HLM



– Bênção do Amor – Cantares 8.7 e Gênesis 29.20

“A casa da família é o viveiro do amor... a família é o meio pelo qual podemos entender o relacionamento que nós temos com Deus” (Abraham Kuyper). Ora, se Deus instituiu a família e Deus é amor, a família é formada, regida, perpetuada pelo amor. O amor, fruto do Espírito, dom de Deus, exercido entre marido e mulher, pais e filhos, avós e netos, enfim, por todos aqueles que pertencem à família de Deus. Sem amor, o relacionamento familiar não sobrevive. Sem amor não existe tolerância, respeito, solidariedade, fraternidade, enfim, sem a benção do amor, todos os relacionamentos seriam efêmeros e superficiais. A família instituída por Deus para o Seu povo é uma família de amor, amor vivo, que só poderá ser exercido por nós, humanos, se estivermos em constante comunhão com Deus. Ele nos abençoou com Seu amor e nos deu a capacidade de amar, para que a exerçamos dentro da família humana e da família de Deus, a Igreja. CHL



– Imaturidade Traz Conseqüências – II Pedro 3.18

O conhecimento de Deus significa para o homem e para a mulher a reconstrução de uma personalidade bem proporcionada, em todas as suas partes constituintes. O caráter cristão se reconstitui dia-a-dia na identificação consciente, voluntária e consagrada do crente com o seu modelo supremo: a personalidade humana do Senhor Jesus Cristo. Com a assistência ininterrupta do Mestre e Modelador infalível, o Espírito Santo, a personalidade do crente é refeita, reformada e recriada. O progresso dessa evolução terá maior ou menor intensidade, conforme o grau de consagração consciente com que o crente se dedicar. Quando a vida cristã de alguém apresenta-se contrária a essa regra, os desenganos se sucedem numa triste e frustrante decepção. A esposa e o esposo devem relacionar-se na constante consciência de que são servos de Cristo no serviço recíproco de um ao outro. AOB



– Falta de Mansidão na Relação Familiar – Tiago 3.13-18

No texto de hoje vemos que mansidão é fruto de sabedoria. O espírito manso propicia o crescimento da justiça do Senhor, fortalecendo nosso caráter cristão (Sofonias 2.3). O espírito manso não é corruptível, porque mansidão resulta de submissão a Deus (I Pedro 3.4). Onde falta submissão, sobra rebeldia, impulsividade descontrolada e desequilíbrio. É terreno fértil para inveja amargurada e sentimento faccioso (v.14). A falta de mansidão provoca corrupção nas relações familiares, pois na família onde não há submissão a Deus, não há princípio de autoridade, equilíbrio e sabedoria no trato das relações pais e filhos e entre os cônjuges. Se mansidão de sabedoria se exterioriza em condigno proceder, e se o princípio da sabedoria é o temor do Senhor, então a salvação das relações familiares é o temor do Senhor (Salmo 111.10 e I Timóteo 6.11). RLM



– Promessa de Maternidade – Gênesis 18.14 e Juízes 13.3

“Acaso para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?." A palavra de Deus nos conta que apesar de seu ceticismo inicial Sara também veio a crer na promessa Divina. Agindo assim, ela se juntou a seu marido na fé. No texto indicado de Juízes, o pai de Sansão recebeu a visita do Anjo do Senhor que também lhe fez uma promessa de que sua esposa estéril lhe daria um filho. As promessas feitas no passado por Deus, ao povo de Israel, mui especialmente aos seus patriarcas, foram integralmente cumpridas. Ele permanece fiel em todas as Suas promessas. Hoje, nós os crentes em Jesus, somos levados à dignidade de filhos de Deus e, nessa qualidade, temos a promessa de que um dia receberemos a nossa herança, que é habitar no reino de Deus como vemos em Tiago 2.5: "Ouvi meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que Ele prometeu aos que o amam?." HAC



– Conhece o Caminho – II Reis 4.8-37

A sunamita vivia contente com o que tinha (v.13). Deus encheu sua vida de mais alegria e amor, dando-lhe um filho (vs.14-19). De repente o menino fica doente e morre no seu colo! Ela não entendeu (v.28), mas também não gastou tempo com gritos de dor ou buscando compaixão alheia. O pai não mostrou preocupação com o filho! Mas a mãe sabia a quem recorrer. Ela conhecia o caminho (v.25). Não se contentou com o ajudante, tinha que ser o homem de Deus (v.30). Eliseu era um homem de Deus (v.27). Jesus é o Homem Deus, Ele é o caminho que temos de seguir, é sobre Ele que lançamos todas as nossas ansiedades. Os filhos podem trazer problemas, às vezes problemas que causam grande dor! Mas temos Jesus que compreende a nossa dor e nos consola, conforta, socorre; e muitas vezes através de Seu servo, o homem de Deus, o nosso pastor. Louvado seja Deus! HM



– Deus Organiza a Família Unindo o Casal – Gênesis 1.26-28

"Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus os criou; homem e mulher os criou." Como casal, o homem e a mulher refletem a imagem de Deus. São como espelhos da imagem invisível de Deus. Ele fez dos cônjuges um espelho da unidade em diversidade como existe na Santa Trindade (David Merkh). Que plano maravilhoso! Um homem e uma mulher: aqui está o início de um lar, de uma família. Nada pode substituir ou complementar o plano original de Deus. As incompatibilidades que possuímos e que nos tornam diferentes, são exatamente as que nos atraem. Não suportaríamos viver com alguém que fosse compatível conosco. Será muito bom, os casais se lembrarem, hoje, porque iniciaram juntos esta caminhada a dois e agradecerem a Deus um pela vida do outro. MTT



– Bênção do Amor Conjugal – Efésios 5:25-28

Sabemos que Deus nos criou para que fôssemos fecundos, nos multiplicássemos e povoássemos a terra (Gênesis 1:28). Para tanto ordenou que deixássemos nossas famílias de origem, a casa de nossos pais. E então, já feitos homem e mulher, nos uníssemos em união conjugal, tornando-nos uma só carne (Gênesis 2:24). É só deste modo, que implica heterossexualidade e fidelidade, que Deus faz transbordar suas bênçãos sobre o amor conjugal. Assim a união que Deus abençoa exige o intercurso de pessoas de sexos opostos numa “Aliança” de profundos compromissos de lealdade, probidade, honradez, constância. E mais, essas exigências divinas devem sobrepujar tempo e circunstâncias, pois os casais devem se amar como Cristo ama Sua Igreja (v.25). HLM



– Bênção de Usufruir do Lar da Graça – Gênesis 2:8-15

Deus deu ao homem a benção de usufruir de Seu lar. No início, Deus criou todas as condições para que o homem cultivasse e guardasse seu lar. Adão e Eva, ao desobedecerem a Deus, abriram mão desse maravilhoso lugar. Mas Deus, em sua imensurável misericórdia, enviou Seu Filho para nos redimir dos pecados e para nos devolver a possibilidade de usufruir de Sua Graça. A maravilhosa graça de Deus, que nos torna membros de Sua família é que nos permitirá estar com Ele no Lar Celestial. Somos família de Deus, e por isso, usufruímos da benção da Graça em nossa família humana e cristã. CHL





– Ciúme, Destruição do Amor – I Coríntios 13:4-7

O padrão de personalidade humana apresentado por Cristo é perfeito, irrepreensível e insuperável. Ele é o nosso Espelho onde contemplamos a nossa própria personalidade. O crente que não traz consigo o ideal constante de se identificar com Ele, não compreendeu ainda a realidade em que se constitui a verdadeira vida cristã. Nós que somos crentes em Cristo, O seguimos como o nosso Caminho, n’Ele cremos como a nossa Verdade, em nós Ele vive como a nossa Vida, e, por isso temos tudo que é necessário para viver uma vida cristã de tão bom padrão. O lar é o local tão apropriado para vivermos em comunhão com Deus quanto a Igreja. Que maravilha será sempre o lar, quando a esposa testemunha a autenticidade do marido como crente fiel e o esposo testemunha o bom nível de vida cristã que sua esposa está vivendo. Que insuportável vergonha é o predomínio das obras da carne no lar crente: porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões e facções no lar cristão! (Gálatas 5:19-21). AOB



– Falta de Domínio Próprio na Relação Familiar – II Pedro 1:5-9

Domínio próprio é disciplina, método para fazer as coisas, observância de preceitos, obediência à autoridade; é temperança, capacidade de controlar impulsos e desejos ruins; é sobriedade, moderação e naturalidade no viver. Domínio próprio está relacionado a mansidão, pois é da submissão a Deus que resulta o equilíbrio, a força interior, o controle de impulsos desordenados. Mas, onde não há submissão ao padrão Divino de vida e de relações familiares, há submissão ao padrão “do presente século”, com todas as mazelas que daí podem advir. A falta de domínio próprio nas relações familiares deixa a família sem defesa contra a corrosão destrutiva do domínio de paixões, pensamentos e ações contrários à lei de Deus. Essa é a lei da perfeita liberdade, que promove qualidade de ser e de viver (Provérbios 25:28; João 8:32 e Tiago 1:25), tanto individualmente como em grupo familiar e grupo social em geral. RLM


– Promessa da Companhia de Deus – Gênesis 28:13-15

“Perto dele estava o Senhor”. Existe sensação mais agradável do que saber que o Senhor está perto de nós? Certamente que não. Jacó foi beneficiário direto da promessa de Deus. Na antiga aliança os gentios estavam excluídos da promessa de Deus. No entanto, na nova aliança, Cristo garante a promessa a todos quantos professam a mesma fé. Tornamo-nos herdeiros da promessa e da companhia de Deus. Herdeiros da promessade que sempre teremos a companhia Divina conosco, suprindo as nossas deficiências, as nossas dificuldades, as nossas faltas. Em Atos 1:8 Cristo nos garantiu que deixaria conosco outro Consolador, que é o Espírito Santo. Como herdeiros da promessa Divina, santifiquemos nossas vidas. HAC



– Sábia Decisão – I Samuel 25:2-38

Davi servia de escudo a Nabal, pois defendia o lugar, evitando que entrassem ladrões e salteadores (vs.15-16). Nabal significa “insensato”, e ele fazia jus ao nome. Era insensato e perverso, embora fosse descendente de Calebe (v.3). Nabal era muito rico, socorrer a Davi não pesaria em seu orçamento e ainda receberia recompensa de Deus (Mateus 10:42). Mas a dureza do seu coração o tornou insensível. O castigo que Davi queria dar-lhe era justo, do ponto de vista humano. Mas Deus diz em Sua Palavra que a vingança pertence ao Senhor (Romanos 12:19). Abigail significa “pai de júbilo”, notável pelo seu bom senso e beleza excepcional! Revelou todo o seu bom senso, tomando a sábia decisão de corrigir a ofensa feita. Ela foi mais sábia que Davi, que pensou tomar a justiça em suas mãos. Semeou a paz, protegeu o insensato do seu marido e ainda livrou Davi de um crime de sangue. Busquemos a sabedoria que vem de Deus e procuremos semear a paz ao nosso redor, evitando desentendimentos e angústias. HM


- Filhos, Continuidade da Família - Genesis 15. 1-6

A expectativa de Abraão e Sara por um filho era intensa, pois nele repousava a esperança de serem pais de uma grande nação e bênção para as demais famílias da terra, como havia prometido o Senhor Deus. Quantas orações feitas antes da chegada de Isaque, quantos temores haviam em seus corações: eram idosos, mudanças constantes de lugar para lugar, inimigos bem perto, que seria do menino? Deus cumpriu sua promessa e relação a Isaque e não falhará em relação aos nosso filhos. Quais são os teus temores em relação aos teus filhos hoje? Estudos, profissão, amizades, namoro, casamento, vida espiritual? Saia para fora dos teus temores, como Deus aconselhou a Abraão, mesmo que você não esteja vendo nada ainda, saia e olhe para cima e conte as bênçãos que o Senhor já tem concedido a você e creia que tua posteridade continuará fazendo parte da Aliança do Deus Eterno. Vocês, filhos, dêem um forte abraço e uma palavra de encorajamento aos seus pais, ainda hoje, agradecidos, diga-lhes que eles têm feito um bom trabalho em suas vidas. MTT



– Bênção do Propósito dA Bondade de Deus – II Tessalonicenses 1:11-12

O nosso Deus é um Deus de bondade. Por isso, mesmo diante da nossa soberba e desobediência, quando faz brandir sobre nós a Sua ira, Ele a retarda porque é tardio em irar-se (Naum 1:3). Assim, grande é a Sua bondade para os que O temem, O buscam, e Nele se refugiam (Salmo 31:19) Então, o Senhor nos pastoreia com bondade e misericórdia (Salmo 23:6). Sua santa grei habita na Sua bondade (Salmo 68:7-10), e nesta habitação seu povo recebe também perdão e clemência (Neemias 9:17). Por isso, o apóstolo Paulo ao orar pela família da fé, que se reunia na igreja de Tessalônica, o faz primeiro agradecido, e depois suplicando ao nosso Senhor que cumpra em nós todo propósito de bondade, para que na família seja glorificado o nome de Jesus (II Tes.1:11-12).



– Bênção do Nascimento dos Filhos – Gênesis 21:6; Salmo 127:4-5

O salmo 127 relata o privilégio das famílias em terem filhos. Filhos são bênçãos de Deus ! Em toda a Bíblia podemos ver textos que tratam das crianças, dos filhos. No Novo Testamento, Jesus diz que é das crianças o Reino dos Céus. As crianças são portadoras da imagem de Deus e Ele tem um propósito muito específico para os filhos, a saber, a continuidade da obra do reino de acordo com Sua vontade e Seu plano. Os filhos são dados como herança aos pais. Eles são instrumentos de Deus para dar continuidade ao Seu trabalho. Se aceitarmos o que as Escrituras dizem a respeito dos filhos, é preciso aceitar que os filhos são presentes de Deus. “Presentes são dados não por merecimento, mas de acordo com a prazerosa soberania de Deus” (Harriet e Gerard van Groningen). Deus confia ao homem aqueles que irão representá-lo em sua imagem, portanto, Deus confia em nós, pois nos dá seu bem mais precioso, as crianças. CHL



– Críticas Injustas e Insensíveis – Romanos 13:13-14

O crente sincero não deveria admitir pensamentos, sentimentos, atitudes e comportamentos contraditórios com a Bíblia e com a personalidade de Cristo, persistindo no seu coração. O apóstolo Paulo declarou: "Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (I Coríntios 9:27). O coração sincero do crente, com a presença de Deus presidindo, deve ser pleno de compaixão pelo seu irmão em Cristo. É preciso que o crente responda, com absoluta verdade, as questões fundamentalmente vitais: “Eu realmente nasci de novo? A vida cristã é para mim prioridade máxima? O Espírito Santo predomina sobre o meu coração? Na verdade Cristo vive em mim? É Cristo quem está assentado no trono do meu coração?”. Dentre os mais belos adereços do caráter cristão, a misericórdia sobressai predominantemente. Como poderia, pois, o crente menosprezar o seu irmão em Cristo? AOB



– Falta de Visão da Família Pactual – Gênesis 12:1-3

Família pactual é a família do pacto da graça de Deus. Nós cremos nesse pacto e nosso comportamento em família deve ser compatível com essa fé: o que fazemos, por que fazemos e como fazemos. A família existe dentro da esfera do pacto. Por isso, as características do pacto aplicam-se também à família, como instituição divina. Desde o princípio Deus operou por meio de famílias. Ele estabeleceu o casamento e ordenou que Adão e Eva fossem férteis e se multiplicassem (Gênesis 1.28). Quando Deus se revelou a Abrão, estendeu sua promessa à descendência de Abrão (Gênesis 13:14-16). Quando mudou o nome de Abrão para Abraão, Deus esclareceu que o pacto é familiar (Gênesis 17:3-7). A falta de visão da família pactual é obstáculo à percepção da presença de Deus com a família, da ação de Deus em favor da família, da adoração a Deus pela família e da unidade da família em Deus (CEP – Revista Palavra Viva – Lição 1). RLM



– Promessa de Posteridade Bendita – Gênesis 22:18

A dimensão espiritual da promessa de Deus é muito grande. Ela se aplica a todos os descendentes espirituais de Abraão. O autor da carta aos Gálatas 3:16 diz textualmente: Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao descendente que é Cristo. Nesse sentido, a lei não se opõe às promessas, mas as pressupõe. As exigências da lei mostram a impossibilidade de obtermos nossa salvação por merecimento e nos remete à fé em Cristo Jesus como povo de Deus que somos. Só n’Ele podemos ter certeza da promessa de posteridade bendita. HAC



– Deus Atende a Oração – Gênesis 25:19-26

Isaque, que significa alegria, era o filho da promessa, herdeiro da Aliança de Deus com Abraão. Casou-se com Rebeca, linda jovem a quem amou a primeira vista (Gênesis 24:67). Vinte anos se passaram e o filho não veio. Como Abraão, Isaque teve a sua fé provada. Rebeca foi a esposa escolhida por Deus para Isaque, mas era estéril (v.21). Isaque casou-se com 40 anos (v.20) e já estava com quase 60 (v.26). Isaque não se desesperou. Ele conhecia o Deus Vivo e Verdadeiro, o Todo Poderoso, o Deus de Abraão, e aprendera a confiar Nele. Então orou ao Senhor e o Senhor lhe ouviu as orações (v.21). Havia a promessa divina de ser pai de muitas nações. Diz a Bíblia: pela fé, igualmente Isaque (Hebreus 11:20), a mesma fé que havia em seu pai Abraão. Há uma grande e importante lição para a nossa vida neste fato: temos de viver por fé. A fé é a base da nossa vida. Todas as promessas do Senhor para nós, estão registradas em Sua Palavra, temos de crer que elas se realizarão em nossas vidas, oramos para tomar posse dessas promessas. A essência da fé é a certeza daquilo que Deus falou. HM



– Deus Abençoa a Família – Gênesis 12:1-3

As histórias das primeiras famílias na Bíblia foram marcadas por contrastantes altos e baixos. Momentos de grande alegria foram seguidos por outros de imensa tristeza. O pecado na raça humana deixou marcas profundas nos primeiros lares. Após a queda, Deus pronunciou o seu juízo sobre a terra, a serpente, Adão e Eva. Deus prometeu em Gênesis 3:15 que o descendente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Que decepção! Caim e Abel - um morto pelo próprio irmão e o outro assassino, exilado. Então nasce outro filho Sete, e quando do nascimento do filho deste, Enos, começaram a buscar ao Senhor (Gênesis 4:25-26). Abraão e Sara geraram um filho, mas também este não seria a solução para a desgraça que o pecado havia instaurado na terra. Deus estava anunciando a vinda de seu próprio Filho Jesus Cristo, a semente da mulher, em Quem todas as famílias que O seguem são abençoadas. Ore pelos seus familiares que ainda não desfrutam das bênçãos especiais de Deus. MTT



– Bênção da Paz em Nosso Lar – Isaías 32:17-19

A vinda do Messias, a encarnação do Verbo, significou o estabelecimento do Reino do Príncipe da Paz (Isaías 9:6-7). Paz com Deus por meio de Jesus Cristo (Romanos 5:1). Reconciliação com Deus de cujo ministério fomos constituídos embaixadores (II Coríntios 5:18-19). Por isso, já não somos mais estrangeiros nem peregrinos; exilados do amor de Deus, mas cidadãos do seu Reino que aqui é a Família da Fé (Efésios 2:19). Assim na família cristã, núcleo desse Reino, deve imperar alegria no Espírito, justiça e paz (Romanos 14:17). Nesse sentido, nossos lares e nossas Igrejas devem ser moradas/embaixadas de paz e segurança, lugares de repouso, quietos e tranqüilos, ainda que a cidade ao derredor esteja mergulhada no tumulto, na imoralidade e na violência (Isaías 32:17-19). HLM



– Bênção da Aliança entre Deus e a Família – Gênesis 17:3, 5-7

Deus iniciou de forma soberana para com os homens uma aliança. O termo aliança é utilizado para simbolizar vínculo. Utiliza-se este símbolo no casamento. Assim, Deus estabeleceu um casamento com o seu povo. Podemos ler sobre este tema em Ezequiel 16:8-16, Jeremias 3:14; 31-32. Essa aliança foi selada pelo Filho e é vivificada pelo Espírito. Esse vínculo é um vínculo de amor, de vida e no caso de Deus para com os homens, é indestrutível. Deus estabelece uma aliança com Abraão e sua descendência (v.7). Quando Deus estabelece a aliança entre Ele e o seu povo, Ele usa esse relacionamento para levar adiante Sua vontade, o Seu plano, o Seu propósito na criação. Esse relacionamento é de vida de amor, de amor vivo, de forma que Ele pode administrar tudo o que criou e mostrar o que Ele pretende fazer conosco e em favor de nós. Somos família de Deus e, portanto, temos aliança com Ele. Resta-nos louvá-Lo por este privilégio e por todo amor que Ele nos tem dedicado.

MEU CORAÇÃO ERA SUJO (PLANO DE SALVAÇÃO)

QUEM CONHECE ESSE CORINHO ???

MEU CORAÇÃO ERA SUJO, MAS CRISTO AQUI JA ENTROU ....


COM SEU PRECIOSO SANGUE.....


TÃO ALVO ASSIM O TORNOU .....


E DIZ EM SUAS PALAVRAS, QUE  EM RUAS DE OURO ANDAREI .....


ÓH DIA FELIZ QUANDO EU CRÍ ...E A VIDA ETERNA GANHEI  !!!


.....estes corações tambem podem ser usados para contar a historia do plano de salvação !!! 

AS DUAS CASAS

Mateus 7:24-27

A nossa vida é como uma casa...

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Era uma vez dois homens que procuravam um lugar para construir a sua casa.

O nome do primeiro era senhor Prudente e o nome do segundo homem era senhor Insensato.

Um dia, o senhor Insensato avistou um lugar lindíssimo.

Tinha uma vista maravilhosa, um mar muito lindo com ondas que sacolejavam para lá e para cá. O céu era límpido e azulado e as gaivotas sobrevoavam sobre aquele imenso azul.

Ao ver aquele lugar tão lindo, o senhor Insensato decidiu que iria construir a sua casa naquela areia bem branquinha, dizendo:

- É aqui mesmo que eu vou construir a minha casa! E você, amigo Prudente??? Vai ficar andando muito por ai??? Vai se cansar à toa. Eu já achei o meu lugarzinho... Vou construir aqui na areia, que fica bem pertinho do mar, assim, fica até mais fácil de ir à praia. Quando eu quiser pescar, eu lanço o anzol daqui de dentro de casa...

O senhor Prudente, que não gostava muito de falar, tentou dar um conselho:

- Sabe... senhor Insensato, eu acho que esse lugar não é muito firme para construir uma casa... as ondas do mar podem vir e levar a sua casa, porque a areia é algo que se esparrama facilmente...

Mas... o senhor Insensato nem ouviu o que o senhor Prudente disse, ele queria era construir a casa dele.

O senhor Prudente continuou a procurar um lugar. E logo adiante achou um belo lugar para construir a sua casa. O solo era bem firme, na verdade, era grande rocha, que parecia estar muito firme. E ali começou a sua construção.

Um dia, quando os dois já tinham construído as suas casas, o tempo começou a mudar. E as nuvens chegaram. Essas nuvens iriam definir quem tinha uma casa bem firme ou não.

A primeira nuvem foi a da mentira.

O senhor Insensato nem ligou, afinal de contas ele gostava contar umas mentirinhas de vez em quando... E assim a casa do senhor Insensato ficou ligeiramente torta.

O senhor Prudente ficou atento e preferiu a verdade, afinal de contas, ele sabia que o diabo era o pai da mentira. Ele sabia que a mentira poderia ocasionar coisas ruins.

A segunda nuvem foi a dos problemas..

O senhor Insensato ficou desesperado, começou a reclamar sem parar, dizendo que Deus não era bom. Que a vida dele era muito ruim, e nem quis mais saber de trabalhar... reclamava o dia inteiro. E a casa dele entortou mais um pouquinho.

O senhor Prudente, ao ver a nuvem de problemas se assustou um pouco, mas tomou a decisão de confiar sempre em Deus e buscar Dele uma solução para o seu problema.

A terceira nuvem foi a da falta de amor...

O senhor Insensato, que já estava revoltado com os seus problemas e também estava afundado cada vez mais na mentira, resolveu ficar com raiva de todo mundo achando que ninguém o amava. Achou que o amor não existia mais. Decidiu se envolver com drogas para fugir do mundo... Coitadinho!!! E a casa dele ficou bem torta dessa vez.

O senhor Prudente, ao notar a nuvem de falta de amor, pensou: - Puxa!!! Realmente falta amor no mundo, mas se a gente tentar semear o amor no coração das pessoas, essa nuvem pode ir embora... Se estiver faltando amor, eu vou falar do amor de Jesus, porque esse é o amor verdadeiro.

As últimas nuvens que chegaram foram a da desonestidade e da fome....

O senhor Insensato, a cada dia que passava, ficava mais revoltado com os seus problemas e se afundava cada vez mais na mentira, e na violência. Não tinha mais dinheiro para nada, nem para sustentar o vício, nem para comer. Daí, decidiu usar de desonestidade para conseguir as coisas. A casa dele, ficou por um fio.

O senhor prudente passou por momentos de fome em sua casa, mas não desistiu de lutar, porque sabia que se agisse de forma desonesta, nunca seria um vitorioso.

E assim... depois de tantas nuvens....

Caiu uma chuvarada, e o mar ficou bravio, o vento soprou forte e a casa do Insensato não resistiu e caiu e ficando somente os destroços soltos na areia.

Mas... o que será que aconteceu com a casa do senhor Prudente?

Bom... os ventos sopraram nela com muita força, uma torrente de água também caiu sobre ela, mas ela permaneceu ali... quietinha. Nada aconteceu àquela casa, porque ela estava firmada na rocha e não na areia.

Assim é a nossa vida. O nosso destino, depende de nossas decisões. Jesus Cristo nos orienta a ser como o sr. Prudente, ou seja, estar sempre firmado em bons princípios.

Aonde você quer construir a sua casa (vida). Na rocha ou na areia? Isso só depende de você!

Fonte: Linólica Kids

CARNAVAL FESTA DO MAU

Estudo Ministrado na 2ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga/DF







Qual é  a melhor idade para confiar em Jesus Cristo?

Resposta: Quanto mais cedo, melhor.

Sessenta anos é uma boa idade. Quarenta é melhor. Vinte é ainda melhor. Quinze é melhor ainda. Mas é muito melhor confiar em Jesus Cristo com dez, oito ou seis anos!

Quase a vida inteira está à frente...

Quem evangeliza crianças, não esta apenas interessado em sua alma, mas em sua vida.

Quando uma criança confia em Jesus, ainda tem muitos anos, com a permissão de Deus, para viver para Ele.

Lionel Hunt, num livro publicado pela Moody Press, registrou uma pesquisa que demonstra de uma forma inequívoca, qual a melhor idade para a evangelização e a conversão:

1% = Antes dos 4 anos

85% = Dos 4 aos 14 anos

10% = Dos 14 aos 30 anos

4% = Após 30 anos

O fato é que as crianças são importantes para Deus. Elas têm uma alma imortal e uma vida inteira pela frente. Elas ouvem e atendem à mensagem do Evangelho mais prontamente do que qualquer outro grupo de pessoas.

“Eu creio que, se as crianças têm idade suficiente para vir à Escola Dominical, elas têm idade suficiente para vir ao Calvário. Vamos abrir nossas mentes e que Deus nos ajude a ganhar as crianças para Cristo”.